A Thais não queria mais um app de checklist. Queria um time. Queria que o filho jogasse o jogo, ao invés de ela apitar. Queria que a casa do pai e a casa dela falassem a mesma língua. Queria parar de ser a vilã das 7h30.
Ela desenhou o primeiro Duda no caderno. Bricou de fluxo com o irmão dela (engenheiro, palmeirense, paciente). Mostrou pro psicólogo do Caio. Refez três vezes.
Depois soltou pra fora de casa. A ideia era simples: o filho pedir pro pai abrir o app, a mesada virar ritual de sexta, e todo mundo se ouvir gritar menos.
A coach Duda, a mascote, nasceu de um desenho que o filho mais novo da Thais fez. "Mãe, ela usa chuteira porque tarefa é jogo." Ficou.
Hoje a Duda tá no começo, tocada do Rio, com as primeiras famílias usando no dia a dia. Quem escreve pra gente fala com a gente mesmo, no WhatsApp.